WFA2022

WALKING FESTIVAL AMEIXIAL

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ESTAMOS DE VOLTA!

O Walking Festival Ameixial regressa entre os dias 21 e 25 de Abril de 2022. Mais dias, mais caminhadas… são mais de 40 à sua escolha!

PROGRAMA WFA 2022

As caminhadas encontra-se divididas entre: Percursos, Temáticas e Familiares. 

Escolha as suas e inscreva-se!

Jornadas Técnicas

“Valorização e recuperação de caminhos antigos”

No âmbito da 9ª edição do Festival de Caminhadas do Ameixial promovem-se as Jornadas Técnicas sobre “Valorização e Recuperação de Caminhos Antigos”. Aqui pretende-se reflectir sobre a recuperação de caminhos antigos, sobre as questões ligadas à preservação de um valor patrimonial com milhares de anos, sobre serem obras artesanais testemunhos de técnicas quase em extinção, sobre a problemática de serem caminhos públicos aspecto muitas vezes questionado, sobre o seu potencial para a prática de caminhadas, actividades pedagógicas e observação da natureza, sobre as problemáticas de como realizar a sua inventariação, sobre o seu estado de conservação, entre muitos outros aspectos.

Quer-se debater como este valioso recurso que pode ser aproveitado para impulsionar numerosas actividades, sejam elas turísticas, educativas, lazer e bem-estar, e contribuir para uma futura estratégia da enorme rede de caminhos que estão preservados no Algarve.

Nesta conversa vão estar presentes investigadores e técnicos do Instituto catalão de Desenvolvimento e Promoção do Alto Pirenéus (IDAPA) que tem um trabalhado naquela região espanhola, do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora (CIDEHUS) que investigaram a documentação histórica do Arquivo Municipal de Loulé, e da experiência obtida pelo Gabinete Técnico de Apoio às Aldeias do Algarve (GTAA).

No âmbito da 9ª edição do Festival de Caminhadas do Ameixial promovem-se as Jornadas Técnicas sobre “Valorização e Recuperação de Caminhos Antigos”. Aqui pretende-se reflectir sobre a recuperação de caminhos antigos, sobre as questões ligadas à preservação de um valor patrimonial com milhares de anos, sobre serem obras artesanais testemunhos de técnicas quase em extinção, sobre a problemática de serem caminhos públicos aspecto muitas vezes questionado, sobre o seu potencial para a prática de caminhadas, actividades pedagógicas e observação da natureza, sobre as problemáticas de como realizar a sua inventariação, sobre o seu estado de conservação, entre muitos outros aspectos.

Quer-se debater como este valioso recurso que pode ser aproveitado para impulsionar numerosas actividades, sejam elas turísticas, educativas, lazer e bem-estar, e contribuir para uma futura estratégia da enorme rede de caminhos que estão preservados no Algarve.

Nesta conversa vão estar presentes investigadores e técnicos do Instituto catalão de Desenvolvimento e Promoção do Alto Pirenéus (IDAPA) que tem um trabalhado naquela região espanhola, do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora (CIDEHUS) que investigaram a documentação histórica do Arquivo Municipal de Loulé, e da experiência obtida pelo Gabinete Técnico de Apoio às Aldeias do Algarve (GTAA).

Junta-te a nós na sexta feira, dia 22, pelas 17h00 no Espaço Sul Sul Sal / Casa do Meio Dia 

Rede Europeia de Festivais de Turismo Responsável

Está actualmente em construção uma rede colaborativa que junta várias organizações responsáveis por festivais de turismo em vários países. Estas iniciativas têm em comum um forte sentido de responsabilidade ambiental, social, cultural e territorial, e decidiram juntar-se para promover e partilhar as suas experiências. No dia 22 de Abril, pelas 15h00, vamos juntar essas organizações e apresentar pela primeira vez o projecto piloto da “Rede Europeia de festivais de Turismo Responsável”. Contamos com a participação do Festival “ITACA” (Itália), “ATES” (França), “Relais des Voyageurs” (Bélgica) e, claro, o de WFA (Portugal). Será uma conversa aberta a todos interessados, onde serão apresentados os vários festivais, os temas mobilizadores de cada um e as respectivas atividades. Conversa via plataforma zoom. Inscrição necessária para receber o link de participação.

Junta-te a nós na sexta feira, dia 22, pelas 15h00 em Ameixial.

Poderás efetuar a tua inscrição através do email: apoioca@qrer.pt

Percursos

Caminhadas nos percursos pedestres sinalizados no Ameixial, com a companhia de um guia

O monte dos Revezes situa-se junto ao Vascãozinho, afluente do Vascão, junto ao qual o percurso se irá desenvolver durante alguns quilómetros. Este percurso é um clássico do Festival de Caminhadas. O percurso está sinalizado e proporciona um estreito contacto com o Vascão e os valores naturais e patrimoniais associados: moinho de água da Cascalheira, povoações serranas quase desabitadas, como Vale da Moita e as belas paisagens do vale do Vascão.

Distância: 15km      Duração: 4h        Dificuldade: Média

Dia 23 Guia: Charles Powles (IVV Portugal) Dia 24 Guia: Pedro Matos (Proactivetur) Dia 25 Guia: Alexis Morgan (Morgan’s Nature Walks)

Um dos clássicos deste festival. Percurso sinalizado, com passagem em diversos pontos de interesse natural e cultural, onde se destaca a bela povoação de Azinhal dos Mouros, o Moinho da Chavaxã ou o Monte dos Vermelhos. Uma caminhada que se fará por caminhos rurais, trilhos pouco utilizados e com várias travessias da Ribeira do Vascão. Um dos percursos mais belos desta região.

Distância: 17km      Duração: 5h        Dificuldade: Média

Dia 23 Guia: Carlos Glória (Zen Trekk) Dia 24 Guia: Alexis Morgan (Morgan’s Nature Walks) Dia 25 Guia: Pedro Matos (Proactivetur)

O nome desta povoação está, possivelmente, associado a uma antiga prática rural que coloria de dourado a paisagem: o cultivo de trigo e/ou cevada. Hoje, raros são os campos ainda cultivados com estes cereais, mas a beleza da região ainda permanece viva. O percurso inicia-se nesta povoação, dirige-se para Sul, por caminhos florestais, junto de sobreirais e estevais, passando por linhas de água e vários elementos patrimoniais de interesse como a anta do Beringel, a Fonte Pé Corso ou o marco da Eira da Palha. No regresso, a Norte, passará junto da Azenha dos Pizões, em ruínas, outro ponto de interesse e já em Corte de Ouro podemos admirar um dos últimos palheiros circulares com teto cónico de cevada do Algarve.

Distância: 13km      Duração: 4h        Dificuldade: Média

Dia 23 Guia: Alexis Morgan Dia 24 Guia: Charles Powles (IVV Portugal) 

O percurso tem início na aldeia de Ameixial, junto de um pequeno parque de descanso existente ao lado da “Casa de Pasto Ameixialense”. 

Atravessa o núcleo principal desta aldeia, passando junto de um antigo forno de lenha, situado na “Rua da Laje” e percorre a “Azinhaga do Ribeiro” em direção ao campo de futebol. 

Este trilho atravessa uma zona florestal de eucaliptos, desce para uma linha de água, cruza-a e sobe até chegar a um caminho mais largo que liga à estrada municipal no 504 de acesso à Corte de Ouro. Nesse ponto, vira à direita e regressa ao Ameixial. 

*NOTA: na caminhada do dia 25, será feita uma versão longa, com cerca de 10km. 

Distância: 5 ou 10km  Duração: 1h30 ou 3h        Dificuldade: fácil

Dia 23 Guia: Pedro Matos (Proactivetur) Dia 24 Guia: João Ministro (Proactivetur) Dia 23 Guia: Charles Pauwels (IVV)

O percurso tem início na aldeia de Ameixial, junto de um pequeno parque de descanso existente ao lado da “Casa de Pasto Ameixialense”. 

Atravessa o núcleo principal desta aldeia, passando junto de um antigo forno de lenha, situado na “Rua da Laje” e percorre a “Azinhaga do Ribeiro” em direção ao campo de futebol. 

Este trilho atravessa uma zona florestal de eucaliptos, desce para uma linha de água, cruza-a e sobe até chegar a um caminho mais largo que liga à estrada municipal no 504 de acesso à Corte de Ouro. Nesse ponto, vira à direita e regressa ao Ameixial.  

Distância: 22km     Duração: 7h       Dificuldade: Difícil

 Guia: Bruno Rodrigues

Caminhadas Especiais

 Caminhadas que nem sempre acontecem mas deviam! 

Local emblemático e conhecido na Volta de Bicicleta ao Algarve e pelo templo budista que lá existe, esta será uma caminhada desde o Ameixial até a um dos pontos mais elevados da serra Algarvia por caminhos antigos, atravessando ribeiras e descobrindo novos locais.

Distância: 22km      Duração: 6h  Dificuldade: Difícil Guia: João Infante

Uma viagem radical cheia de adrenalina e diversão pelas águas cristalinas da ribeira do Vascão. Esta linha de água encontra-se num vale envolvido por suaves cumeadas, com mudanças constantes de paisagens naturais e traços da presença humana, um dos quais é um dos sítios arqueológicos onde há mais de 2500 anos viveram povos ligados à escrita do Sudoeste.

Distância: 18km      Duração: 5h        Dificuldade: Muito Difícil

Guia:  Renato e Deni

Uma caminhada entre duas regiões e que segue o trajecto do Caminho de Santiago Português Central. Entre os vales encaixados e profundos que circundam o Ameixial até chegarmos à planície de Almodôvar, ultrapassando ribeiras e acompanhados sempre por campos floridos, esta será uma caminhada longa de descoberta do nosso território mas também de auto-descoberta.

 

Distância: 26km      Duração: 7h        Dificuldade: Média Guia: Deni Vargues

Caminhadas Temáticas

 Caminhadas sobre um assunto específico guiadas por um guia conhecedor do tema. 

Depois de um bom jantar, o que é melhor do que uma caminhada noturna? Nesta caminhada percorrerá alguns caminhos rurais desconhecidos para a maioria das pessoas que dão acesso a vários pontos de interesse, tais como: uma barragem, um curso de água e um miradouro. Uma rota simples e rápida para visitar a aldeia de Ameixial sob um céu estelar!

Distância: 8km      Duração: 2h        Dificuldade: Fácil

Guia: José Fernandes (Ameixelense e Presidente da Junta de Freguesia)

Esta é uma das caminhadas mais belas deste território. Um percurso que percorre antigos caminhos florestais e trilhos estreitos, inseridos em belos bosques de sobreiral e azinhal, ao longo de ribeiras, incluindo o Vascão. O itinerário inicia-se em Ameixial e termina em Lourencinho (ou vice-versa), a povoação situada no extremo norte do concelho de Loulé, outrora pertencente ao de Alcoutim. Uma caminhada fácil, plena de natureza, com passagens por um antigo moinho de água e pequenos montes isolados.  

Distância: 13km      Duração: 4h        Dificuldade: Média

Dia 23 Guia: Charles Powles (IVV Portugal) Dia 24 Guia: Pedro Matos (Proactivetur) Dia 25 Guia: Alexis Morgan (Morgan’s Nature Walks)

Dia 23. A Serra do Caldeirão e a ribeira do Vascão são locais de elevado valor natural, especialmente para as aves. Existem algumas espécies emblemáticas da nossa fauna selvagem, como a ameaçada águia de Bonelli, a águia-cobreira, exímia caçadora de cobras, ou os coloridos papa-figos e abelharucos. Neste passeio, o guia irá mostrar algumas destas espécies que habitam este território e explicar vários aspetos da sua biologia e como identificá-las.

dia 24. Neste dia, o percurso centra-se em torno da aldeia de Ameixial. Uma caminhada com um experiente ornitólogo para conhecer as aves comuns que habitam este povoado serrano. Melro-azul, estorninho-comum, Álveola-cinzenta, andorinhas ou vários chapins, são apenas alguns exemplos da avifauna silvestre que convive de forma harmoniosa com a presença do homem!

Distância: 4km      Duração: 3h        Dificuldade: Média

Dia 23 Guia: Miguel Mendes  Dia 24 Guia:  Marcelo Dias

Esta é uma das tradicionais caminhadas deste nosso festival. Entre os vales encaixados e os terrenos agrícolas das ribeiras do Vascanito e do Vascãozinho a caminhada é dedicada à escrita do Sudoeste e à Idade do Ferro na serra do Algarve. Vamos visitar três dos sítios arqueológicos onde já foram encontradas estelas com esta escrita e no percurso ficamos ainda a conhecer a beleza natural do local e algum do património etnográfico que modelou a paisagem e que nos revela a importância que teve em outros tempos.

Distância: 7km      Duração: 4h        Dificuldade: Média

Guia: Pedro Barros (Projecto ESTELA)

Através deste percurso, partiremos da aldeia do Ameixial em direção à Corte d’Ouro, procurando compreender os povoados e arquiteturas serranas na relação com o território, considerando: a organização da casa; a situação e orientação privilegiada dos montes; os principais espaços de produção da economia de subsistência; os materiais e as técnicas de construção tradicional na paisagem; as construções elementares e os palheiros de planta circular e cobertura cónica de palha de centeio; ou ainda a especificidade da arquitetura da Estrada Nacional 2.

Distância: 8km      Duração: 3h        Dificuldade: fácil

Guia:  Miguel Reimão Costa (Arquitecto)

O monte do Lourencinho situa-se no extremo nordeste do Concelho de Loulé, fazendo fronteira com o de Alcoutim e de Mértola. É a povoação mais distante da sede de concelho, tendo no passado tido relação mais proxima com Alcoutim do que propriamente com Loulé. É um local muito belo, junto do vale ribeirinho do Vascão, com essa ribeira a serpentear montes e vales verdejantes, ricos em freixos, salgueiros e loendros. É precisamente por aí que Marco Bras, um natural de Lourencinho, nos irá conduzir ao longo de 3h, numa caminhada por vezes exigente. Uma caminhada no extremo da freguesia, para dar a conhecer uma paisagem serrana que mistura o típico sobreiral, com azinhal e um vislumbre da planície alentejana.

Distância: 10km      Duração: 3h        Dificuldade: Média      Guia: Marco Brás

Seguimos em direção à Mealha, no concelho de Tavira, passando pela Corte de Ouro, num dos percursos costumeiros de quando a vida era passada a formigar entre sítios — a caminho de hortas e fazendas, do moinho, das festas, da escola, do mercado no Ameixial. Seguiremos memórias e traços de (agri)culturas antigas e de agora em estradões e “caminhos de pé-posto” (os caminhos velhos onde passavam pessoas e bestas encarreiradas).

Dois olhares. Leonel, professor na Mealha, aposentado, homem de mil ofícios, que conhece a serra e as pessoas, e Luísa, que caminhou por aqui no projeto “Pessoas, Fronteiras, Objetos” e é antropóloga no Museu Municipal de Tavira.

Distância: 12km      Duração: 5h        Dificuldade: Média      Guia: Leonel Lores e Luísa Ricardo (Câmara Municipal de Tavira)

Esta caminhada terá um pequeno percurso contemplativo em torno da paisagem alimentar do centro da Aldeia do Ameixial. Ao longo do percurso teremos o apoio de anfitriões da comunidade local, os quais, apresentaram a história e importância das hortas tradicionais para a culinária local. Os participantes vão conhecer a história dos produtores e suas relações com a horta. Para finalizar será lançado um desafio para os participantes, onde, para aqueles que queiram vivenciar uma experiência real, será proporcionado orientações para a confecção de uma horta vertical para levarem para casa.

Distância: 4km      Duração: 3h        Dificuldade: fácil      Guia: Ivani Farias

Leonel é natural do Monte dos Vermelhos, Ameixial. É um pastor, conhece a serra como poucos e só pode guiar-se com as referências que estabeleceu durante as milhares de horas passadas no campo com as suas cabras, ovelhas e cães! Conhece as plantas silvestre, o som dos pássaros, sabe onde está a toca da raposa e reconhece o rasto dos javalis. Ele até sabe onde está uma fonte de água com boa água e onde se abrigar em caso de tempestade.

Voluntariou-se para guiar passeios, através das colinas e para mostrar como é especial a vida de um pastor.

Distância: 5km      Duração: 2h        Dificuldade: fácil      Guia: Leonel

Ao longo da caminhada procuraremos inspiração e ideias para a fotografia noturna, focando no céu, na paisagem, ou na própria atividade, compreendendo o comportamento de todos estes temas fotografados e como melhor os combinar e enquadrar numa fotografia. Procuraremos explorar alguns truques que facilitem o processo, e ter noção prática do que nos poderá limitar em algumas ideias.

Distância: 4km      Duração: 2h        Dificuldade: fácil      Guia: Filipe Dias (Centro de Ciência Viva do Algarve)

A caminhada começa no Ameixial onde se pode apreciar a arquitetura típica da serra, com as suas casas caíadas de branco. Faremos uma autêntica viagem através do tempo, transportando-nos a partir dos dias de hoje, em que podemos contemplar o património natural e cultural desta zona do interior do Algarve. Passaremos pelos tempos pré-históricos testemunhados por curiosas casas circulares e continuaremos até ao momento em que este lugar foi submerso por um antigo e agora extinto oceano.

No meio haverá um piquenique, em perfeita harmonia com a natureza. Esta é a nossa proposta de vir connosco conhecer e sentir o Algarve de uma forma diferente!

Distância: 8km      Duração: 3h        Dificuldade: fácil      Guia: Bruno Rodrigues

Durante o percurso ao redor dos Vermelhos poderemos observar algumas características deste monte implantado numa zona alta da serra, com a típica paisagem de sobreiral e perceber as especificidades da sua arquitectura, destacando alguns elementos como muros, currais, fornos ou as pequenas hortas que compõem o desenho do monte e os seus cultivos. O contacto com alguns habitantes permitirá também compreender um pouco do modo de vida desta população serrana e das suas tradições.

Distância: 4km      Duração: 3h        Dificuldade: fácil      Guia: Susana Martins

Nesta pequena caminhada vamos percorrer um troço da N2, conversar sobre o estado do planeta e ao mesmo tempo contribuir para a sua preservação! Faremos um percurso fácil durante o qual recolheremos o lixo encontrado, assinalaremos os locais a intervir pelas entidades locais e daremos um contributo para uma serra mais limpa e eco! 

Distância: 10km      Duração: 3h        Dificuldade: fácil      Guia: Deni Vargues

Um passeio pelas paisagens rurais do Ameixial onde podemos identificar valores naturais e culturais de interesse. Iremos abordar a importância da fotografia e dos meios de comunicação online como instrumentos para a promoção e defesa do nosso património. Vivemos numa sociedade imagética e se no passado a fotografia exigia equipamentos dispendiosos e complexos hoje usamos no bolso a ferramenta ideal para o fazer.

Distância: 4km      Duração: 3h        Dificuldade: fácil      Guia: Paulo Margalho (Meet Nature)

Caminhadas Familiares

Caminhadas pensadas para todas as idades e que podem ser feitas em família.

Alguma vez pensou que as rochas da serra algarvia nos pudessem contar histórias que aconteceram há milhares de anos, quando o Ameixial ficava no fundo do mar? Convidamos as famílias a realizar um passeio na zona da aldeia do Ameixial, observando a natureza, o património cultural e a geologia típica da serra algarvia e desvendando segredos há muito escondidos.

Distância: 4km      Duração: 2h        Dificuldade: Baixa 

Guia: Gonçalo Maurício e Hugo Campos (Museu Municipal de Loulé)

Já alguma vez se interrogou que borboleta seria aquela? Tem curiosidade sobre que insecto estranho será aquele pousado na flor? E de que flor se trata? Veja a natureza como nunca a viu de uma perspectiva inédita descobrindo estes e outros segredos num percurso aliciante na companhia de um experiente naturalista.

Distância: 4km      Duração: 3h        Dificuldade: Baixa

Guia: Horácio Costa

PT (Power Trail WFA) composto por alguns tipos de caches com 22 pontos de rota. Trata-se de um percurso circular com início e fim no Ameixial, na Câmara de Loulé, na Serra do Caldeirão, e estão espalhados em 10 quilómetros. Passa pelo monumento megalítico de Pedras do Alagar tapir, a norte da aldeia de Corte de Ouro, e atravessa dois pontos do rio Vascanito. A paisagem é diversificada, passando por sobreiros, rochedos, campos cultivados e floresta de pinheiros e eucaliptos.

Distância: 10km      Duração: 4h        Dificuldade: fácil       Guia: Vitor Santos

Numa divertida saída de campo, os participantes poderão compreender a relação dos seres vivos com a água e a forma como as propriedades físicas e químicas desta podem influenciar a presença ou ausência de organismos, sendo este um primeiro passo para perceber a interminável rede de dependência entre organismos e o meio onde estes habitam.

Distância: 1km      Duração: 2h        Dificuldade: fácil       Guia: Lina Madeira, Ana Filipa Gonçalves, Paula Vaz e André Pinheiro

Parcerias: Câmara Municipal de Loulé, Agência Portuguesa do Ambiente e Associação Almargem

Actividades Familiares

Atividades pensadas para todas as idades e que podem ser feitas em família.

Atividade de construção de um jogo baseado na escrita do Sudoeste, aquela que é a primeira
manifestação de escrita da Península Ibérica e que ainda hoje está por decifrar.

Monitores: Carolina Coelho e Ricardina Inácio

Parceria: Museu Municipal de Loulé

Construção em cartão de miniaturas de animais que habitaram o nosso território há 230 milhões de anos.

 

Monitores: Gonçalo Maurício e Hugo Campo

Parceria: Museu Municipal de Loulé

A melhor maneira de aprender é jogando! De um modo divertido vamos conhecer mais da teoria musical.

Monitor: João Violão

Objetos feitos à mão com a cana que abunda junto das ribeiras do Algarve, a pensar nos amantes do turismo de natureza,

onde podem guardar as suas memórias ou fechar as suas embalagens de comida.

 

Monitor: Vanessa Flórido, Projecto TASA

Parceria: Proactivetur, Projeto TASA

Construir instrumentos reutilizando lixo e material não convencional. É espantoso descobrir que
se pode fazer som (e música) com objectos comuns usando a imaginação.

 

Monitor:  João Violão

Nesta sessão, vamos explorar a tua imaginação e criatividade, desenvolver a tua concentração
e flexibilidade através da respiração, do movimento e da música, com muita partilha entre todos
os participantes.

 

Monitor: Lina Campos, instrutora de ioga

Outras Actividades

Atividades complementares

Esta sessão, na Eira, incluirá técnicas de respiração (pranayamas), posturas (asanas), técnicas de relaxamento e meditação. Sintam-se todos bem-vindos!

Monitores: Joana Narciso e Lina Campo

Experiência participativa onde se pretende limpar, recuperar e pintar uma antiga fonte tradicional. Esta tarefa partilhada culmina com a renovação das águas. Numa típica paisagem serrana, perto da linha de água encontramos uma exótica palmeira que marca o lugar da fonte da Palmeira ou Fonte Santa, junto ao percurso dos Revezes. Esta actividade pretende dar a conhecer este exemplo de património cultural hidráulico fundamental à sobrevivência na serra, mas também renovar a prática destes trabalhos comunitários e alertar para a importância da escassez de água doce e da sua gestão sustentável.

Monitores: Susana Martins

Parceria: Rio Arade: Percurso das Fontes BoiãoAzilheira (Iniciativa: Cooperativa QRER)

Nesta atividade, iremos intervir junto dos percursos pedestres circulares existentes em Ameixial com o objectivo de os qualificar e tornar mais apelativos. A acção consiste na construção e instalação de dois bancos corridos em taipa em dois dos percursos referidos (percurso de Azinhal dos Mouros e percurso de Ameixial). Os trabalhos a realizar incluirão: a preparação do terreno, montagem de taipal, preparação da terra e respectiva compactação manual em taipal de madeira e construção dos bancos.

Monitor: Nuno Lúcio  

Parceria: Engenharia da Taipa

Workshops

Para aprender mais um pouco…

Existem diversas aplicações de telemóvel para praticantes de desporto ao ar livre. Alltrails,
Wikiloc, Windy Maps, Gaia GPS ou Fat Map são apenas alguns exemplos. Ainda que tenham
muito em comum, existem diferenças entre as mesmas. Quais? Que vantagens ou desvantagens
têm? Quais as mais acessíveis para iniciantes? Tudo isto e muito mais é o que vamos falar neste
workshop.

 

Formador: Pedro Matos (Proactivetur)  Local: Espaço da Junta de Freguesia

Neste workshop vamos abordar diversas questões técnicas em torno da segurança em
caminhadas, nomeadamente: quais os preparativos a fazer antes de realizar caminhadas;
noções de climatologia e meteorologia; interpretação de mapas e relevos; avaliação de
dificuldade e risco dos percursos; entre outros aspectos.

 

Formador: Luís Carvalhinho Local: Espaço da Junta de Freguesia

Esta atividade será acompanhada de anfitriões locais, iniciando-se com um pequeno percurso em torno da paisagem alimentar do centro da Aldeia do Ameixial. Os participantes terão a oportunidade de interagir com alguns produtores locais, com a recolha de ingredientes, para a seguir vivenciar uma experiência gastronómica, integrando os produtos locais e os saberes e fazeres da culinária tradicional do Ameixial.

Formador: Ivaní Farias Local:Espaço Pavilhão Desportivo

Formador: Tiago Cordeiro (Trailuniverse)  Local: Espaço Pavilhão Desportivo

Como prevenir, identificar e atuar em caso de lesões, incidentes em contexto de caminhadas? Alguns exemplos práticos serão discutidos como o entorse do pé; as dores articulares e musculares; golpe de calor; picadas, bolhas e feridas; entre outros. 

A elaboração do estojo/ kit de primeiros socorros para caminhadas também será abordada, bem como a sua correta utilização

Formador: Fátima Florindo e Maria Bila   Local: Espaço Escola Primária

Rita Malvar. Formada em Psicologia Clínica e Pós Graduada em Perinatalidade, é na verdade, na alimentação saudável que nutre a sua paixão. Formada em Nutrição Ayurveda. Atualmente é formada em Macrobiótica. Autora de livros e de revistas de culinária. Autora de artigos de psicologia e alimentação. Autora do projeto Marmitando (em parceria com a CML), dirigido ao 4º ano do 1º ciclo escolar, que consiste no ensino de lanches/marmitas saudáveis através de workshops em contexto de sala de aula. Responsável pela criação e execução de picnics vegan em collab com a Proactivetur.  É nas estações do ano e nos produtos locais que vai buscar inspiração para as suas receitas. Acredita na cura através dos alimentos e neste resgatar transcendental da alquimia pelo natural.

Formador: Rita Malvar Local:Espaço Pavilhão Desportivo

A arte e a Natureza, ambas oferecem uma forma de medicina para a alma! Nas terapias expressivas baseadas na Natureza existem três pilares dinâmicos: a relação terapêutica, o fazer artístico e o processo criativo implícito na própria Natureza. Em EcoPoiesis apelamos à ideia de criar, fazer acontecer, a partir da imaginação e dos sentimentos tendo por base elementos da Natureza. O convite é sentir-se disponível para uma aventura criativa baseada na exploração dos sentidos, estabelecendo uma relação de intimidade consigo mesmo. Como mediadores artísticos utilizaremos a expressão plástica e a escrita criativa. Haverá partilha de grupo. 

Formador: Leonor Isidoro Local: Exterior

Onde se iniciam as caminhadas e atividades?

O ponto de concentração para o início das caminhadas, e atividades, é junto à escola primária. Todas as caminhadas iniciam-se às 9:00.